
Ao decidir entre bordado, serigrafia ou DTF para personalizar camisas sociais, bancos e montadoras devem equilibrar imagem institucional, durabilidade e custo. Cada técnica tem características que influenciam na escolha e no resultado final do uniforme corporativo.
O bordado entrega um acabamento premium e alta durabilidade. Apresenta resultado superior em tecidos mais estruturados e é frequentemente escolhido por instituições que buscam valorização da marca, como Santander e Banco da Amazônia. Em tecidos finos, a aplicação exige atenção na especificação para manter o caimento da peça.
A serigrafia é eficiente em grandes áreas de impressão e se mostra econômica em grandes tiragens. Para uniformes operacionais que exigem aplicação de arte em áreas amplas, montadoras como Honda costumam optar por essa técnica.
O DTF é versátil e permite a reprodução fiel de detalhes complexos e degradês, sendo indicado para marcas que priorizam alta definição do logo e das artes. É uma técnica adequada para situações em que a precisão de cor e detalhe faz diferença, como adotado por empresas como Scania.
A Sixtini soma mais de 30 anos de experiência e trabalha com produção própria em Americana, SP, garantindo controle da qualidade, padronização de tamanhos e prazos. Atendeu mais de 5 mil empresas e orienta na escolha da técnica de personalização mais adequada ao tecido, à aplicação e ao volume solicitado.
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Confira também: Como escolher a personalização perfeita: bordado, serigrafia ou DTF
